sexta-feira, 7 de junho de 2013

Querida duas vezes


É na visão do forro, que eu discorro
Sobre o que não foi...
O dia acaba, e é assim sem fala...
Que não entendo o nunca mais.

Mais um ou dois dias, algumas poesias
O velho vem e vai...
Ideias absurdas, mistério sem lacunas
Onde você vai...?

Silente névoa de novo, engodo
Ser apenas o que sou não posso mais
Três pequenas estrelas encaracoladas
Cheias de sorrisos, bem guardadas e a salvas
Do que não se pode completar...

Mais alguns escritos, pro meu e para os seus discos
Que na memória hão sempre de tocar...
E se o “se” estiver lhe vindo, como um fantasma sem abrigo
Lembrarei do que eu quis e nunca será...