O sol já deixava o horizonte. Mãos lindas, de feminilidade infinita, agarravam um guarda-chuva. Olhos cansados, um abraço gentil, uma despedida: Até amanhã...
Voltei atento pela estrada que minha mente havia criado. As pequeninas sombras flanqueavam minha figura. Senti as gotas da chuva molhando meus óculos. Senti o frio, minha pele, minha trilha fugaz.
Cacei meu manual pelos bolsos. Li: Paciência é penitencia mais experiência! Demência? Respostas só na sequência...
Joguei o manual numa lixeira. Que chance terei? Sou desprovido de sucesso, nem centelhas. Quero o fim como o começo, quero toda teia. Quero meu outro pé do par de meias. Estou com frio, estou com medo, estou sem beira...
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