segunda-feira, 1 de julho de 2013

Reflexões da madrugada sem pálpebra


Espasmos tóxicos da minha psiquê. Um gigante oriundo de terras tecnológicas se liquefaz frente a logica incoerente do amor. Caminho sobre alguns pensamentos enquanto sem suar sou cavalgado pelo prazer, traços angelicais imbuídos por doces odores... Sou como aquele raio que ilumina mas não é notado pela audição, ou como o trovão que repercute a duvida do pouso ziguezagueante do raio... Sinto-me novamente como um menino dançando passos tortos no meio da voracidade energética,  madura e feminina .. Sinto-me confuso como na primeira vez de tudo que vem primeiro... Sinto-me inocentemente sábio... Sinto-me no, para e como o amor.

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